Com seu canto magníloquo
O Tordo encantador
Encanta a minha dor...
Seu maestro Pica- Pau diz:
-Que não faz mal o Canário ele imitar.
Ele vem de Portugal plagiar
Todo som do caminho
Ele além de cantador
Também é imitador...
Mas aqui no pântano
Seu canto é maioral
Dentre os pássaros
Negros do Pantanal.
Este blogger é direcionado a pessoas que como nós, sofrem de devaneios, ou perturbações mentais. Essa desconfortável inadequação ao espaço, a desmotivadora isolação dos sentimentos, a falta de identificação, a repressão comportamental, a complexidade da loucura, a culpa do nada, as distorções de personalidades enfim a todas as almas desmotivadas que se encontraram em volta da fogueira indígena em um ritual de identificação, formando assim, a Alcateia.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Papel Vagabundo
A poesia... Vaga na marginalidade
da margem da linha
De um papel Vago... Vagabundo
Era a poesia era seu mundo
Eu vi um poeta
Era um vagabundo
Era a poesia era seu mundo
Eu vi a poesia era... como
Um cadela vaga... Vaga... Bunda
Cheia de pulgas cheia de mundos
Era a poesia era seu mundo
Mas, porém, contudo, era só.
Um poeta e seu mundo...Vagabundo
Era a poesia era seu mundo...
Vago... Vaga... Bundo...
Vago... Vaga na margem na linha
De um papel Vago... Vagabundo
Era a poesia era seu mundo
da margem da linha
De um papel Vago... Vagabundo
Era a poesia era seu mundo
Eu vi um poeta
Era um vagabundo
Era a poesia era seu mundo
Eu vi a poesia era... como
Um cadela vaga... Vaga... Bunda
Cheia de pulgas cheia de mundos
Era a poesia era seu mundo
Mas, porém, contudo, era só.
Um poeta e seu mundo...Vagabundo
Era a poesia era seu mundo...
Vago... Vaga... Bundo...
Vago... Vaga na margem na linha
De um papel Vago... Vagabundo
Era a poesia era seu mundo
domingo, 16 de outubro de 2011
Um sexo E um soco
Pensando com o computador
Que computa minha dor ...
E enquanto penso nisso...
[Que é Pensar...]
Tem gente que nem imagina
Que não precisa apanhar ...]
Ele batia ela corria e jogava tudo no chão...
Em vão... Ele gritava e ela respondia
que levaria tudo embora ...
E assim a vida ia
Entre gritos e sussurros
Depois de um sexo tudo
Voltava ao normal...
Para a vizinhança tudo era habitual
Um copo d’agua um soco
Um jogo de futebol um soco
Tudo era motivo para
Um sexo E um soco
Não permitirei mais aos meus ouvidos
Gritos e sussurros, a policia irei chamar !
Por mais que soe poético um sexo E um soco!!!
Que computa minha dor ...
E enquanto penso nisso...
[Que é Pensar...]
Tem gente que nem imagina
Que não precisa apanhar ...]
Ele batia ela corria e jogava tudo no chão...
Em vão... Ele gritava e ela respondia
que levaria tudo embora ...
E assim a vida ia
Entre gritos e sussurros
Depois de um sexo tudo
Voltava ao normal...
Para a vizinhança tudo era habitual
Um copo d’agua um soco
Um jogo de futebol um soco
Tudo era motivo para
Um sexo E um soco
Não permitirei mais aos meus ouvidos
Gritos e sussurros, a policia irei chamar !
Por mais que soe poético um sexo E um soco!!!
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Poema enjoadinho
.
Baixa imunidadeO brasileiro depois de...
Abaixo da linha
da pobreza
Baixa imunidade
Baixa renda
Baixa estima
Baixa autoridade
Baixa estatura
Salário baixo..
Baixa imunidade
Depois de delírios febris só consigo pensar nisto... Baixa imunidade
Baixa imunidadeO brasileiro depois de...
Abaixo da linha
da pobreza
Baixa imunidade
Baixa renda
Baixa estima
Baixa autoridade
Baixa estatura
Salário baixo..
Baixa imunidade
Depois de delírios febris só consigo pensar nisto... Baixa imunidade
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
A carioca....
Toda energia encantadora que rege o plano
a que nos encontramos se resulta na tua beleza...
No recanto do meu quintal todos os dias,
o sabor adocicado do maracujá fez lembrar teus lábios...
Que a cachaça que tomei todos estes dias que esteve fora
me fez lembrar quando eu me embriagava no teu corpo.
O sopro dos ventos nas manhas geladas socavam minha cara
e traziam lembranças de você...
O estalar de teus ossos, eu ouvia daqui
numa corrente de paixão sem compromisso...
O som do samba invadia a minha mente
Eu me recordava do rio de janeiro que nunca conheci...
Poema escrito por João Carlos Dia 22/09/2011 para um moça encantadora...
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
EPISTEMOLOGIA DA DOR
Ama-dor
É a pessoa que ama a dor...
Conta-dor
É quem conta a dor...
Historia-dor
É quem faz da dor uma história...
Decora-dor
É quem faz com que a dor seja mais bonita..
.
Manifesta-dor
É quem faz da dor um manifesto ou uma festa...
Eleva-dor
Qualidade da pessoa que sempre elava a dor...
Dança-dor
Ato ou pessoa: que dança junto com a dor para desfazer a dor!
Computa-dor
Instrumento que computa a dor e calcula...
Mas o pior de todos é o
Fazer-dor
Que faz com que todos sintam a dor e ela seja irradiada,
O fazedor muitas vezes nem sabe que o que faz é dor...
Mas também existe o
Renuncia-dor que é quem não aguenta mais e renuncia a dor ...
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Ciclo Pantanalzinhense
Girando acendendo
... Apagando fazendo
fuçando mudando
ardendo queimando
correndo fugindo
e até escapando...
E o pântano danado
escoando ...escoando
descendo ...escoando
Pantanal pantanoso
Pantanalizando
Desterritorializando
Ardendo queimando
Cerrado queimando....
Cerrando o cerco...
Dos bichos pantanosos
Corre cutia de noite e de dia
Das queimadas de todo o dia ...
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