A conturbada batalha mental
Mais uma vez esse sentimento horrível
De não saber quem eu sou, sinto que o lobo ataca mais uma vez...
Hoje é um dia cinza, sinto que me roubam.
Não foram coisas materiais, porque essas eu não possuo...
Esta sensação rouba-me a serenidade, a paciência
E o um pouco da calma que eu sentia
Quero poder agir com naturalidade
Mas o sentimento de perda é muito ruim ...
O vento seco deixa-me com sentimentos nostálgicos!
Um sentimento conflituoso de querer esquecer as coisas e agir de
Forma contraria ao sentimento de desalento!
D’água que eu bebo muitos tolos já beberam
Enquanto isso o caos me consome e permanece, em meio
A meus sentimentos, dos mais sensatos até aos mais medíocres.
Por Jose.
Este blogger é direcionado a pessoas que como nós, sofrem de devaneios, ou perturbações mentais. Essa desconfortável inadequação ao espaço, a desmotivadora isolação dos sentimentos, a falta de identificação, a repressão comportamental, a complexidade da loucura, a culpa do nada, as distorções de personalidades enfim a todas as almas desmotivadas que se encontraram em volta da fogueira indígena em um ritual de identificação, formando assim, a Alcateia.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
O pantano!
A vida pantaneira é uma odisséia
de um lado o pântano
do outro o homem que
se confunde com o animal...
o animal com o vegetal
e a simplicidade com o surreal.
O lobo da estepe somos todos nós !
A vida torta nos torna lúcidos
de baixo do sol a cabeça pensa
como a vida é dura e o homem
mole...
de um lado o pântano
do outro o homem que
se confunde com o animal...
o animal com o vegetal
e a simplicidade com o surreal.
O lobo da estepe somos todos nós !
A vida torta nos torna lúcidos
de baixo do sol a cabeça pensa
como a vida é dura e o homem
mole...
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Redenção e Purificação
O prisma no brilho de seu olhar
Me fez caminhar pela superfície solar
O reduto franco de sua paz interna
Levou-me ao mais distante buraco negro
O enxofre exalado pelo seu corpo
Penetrou nas minhas vias aéreas
Todo seu conjunto carnal e espiritual
Me fez refletir sobre a atual situação universal
Contudo cometo negligencias experimentalistas, mas tudo depende
A indivisível conduta de suas praticas e gestos
Tornaram-me mais capaz de ser honesto
O aniquilamento de seus absurdos
Trouxeram-me mais esperança sobre a morte
A aurora do entardecer avermelhado
Carregou a minha redenção e purificação
Tormentas de atitudes inexplicáveis
Estourou no meu peito individualista
Contudo cometo negligencias experimentalistas, mas tudo depende
“Gotejantes são os esforços que se amontoam no padrão boreal”
Escrito por Zamo, músico, poeta e meu irmão.
Me fez caminhar pela superfície solar
O reduto franco de sua paz interna
Levou-me ao mais distante buraco negro
O enxofre exalado pelo seu corpo
Penetrou nas minhas vias aéreas
Todo seu conjunto carnal e espiritual
Me fez refletir sobre a atual situação universal
Contudo cometo negligencias experimentalistas, mas tudo depende
A indivisível conduta de suas praticas e gestos
Tornaram-me mais capaz de ser honesto
O aniquilamento de seus absurdos
Trouxeram-me mais esperança sobre a morte
A aurora do entardecer avermelhado
Carregou a minha redenção e purificação
Tormentas de atitudes inexplicáveis
Estourou no meu peito individualista
Contudo cometo negligencias experimentalistas, mas tudo depende
“Gotejantes são os esforços que se amontoam no padrão boreal”
Escrito por Zamo, músico, poeta e meu irmão.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O ócio criativo!
O ócio cria,
Procria,
Recria,
A magia
Da poesia
Já era dia e o rato roia,
O rato roeu minha poesia
Não era o bastante, ele ria!
Queria roer alegria da poesia!
Mas ele roeu só minhas letras mal feitas
Num papel vagabundo com frases frias
Pois, minhas poesias ficam no infinito sem dono
Da magia da poesia!
Procria,
Recria,
A magia
Da poesia
Já era dia e o rato roia,
O rato roeu minha poesia
Não era o bastante, ele ria!
Queria roer alegria da poesia!
Mas ele roeu só minhas letras mal feitas
Num papel vagabundo com frases frias
Pois, minhas poesias ficam no infinito sem dono
Da magia da poesia!
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